domingo, 28 de maio de 2017

[UM POUCO SOBRE...] Percussão por piparote.

[UM POUCO SOBRE...] Sinal de Godet positivo.

[UM POUCO SOBRE...] Palpação em pinça.

Palpação em pinça, utilizando o indicador e o polegar. Palpação da prega cutânea, essa técnica avalia o turgor e a elasticidade da pele.

Uma publicação compartilhada por ❌ No Caminho da Enfermagem (@nocaminhodaenfermagem) em

[UM POUCO SOBRE...] Tríceps sural: o nosso segundo coração.

Os músculos que fazem parte do tríceps sural são o Gastrocnêmio e sóleo, conhecidos popularmente por panturrilha ou "batata da perna". Estes músculos devem ser trabalhados com frequência, pois são importantes para o retorno venoso. Muitos classificam este grupo de músculos como segundo coração do nosso corpo. Um tríceps sural fraco, provoca má circulação, varizes e varicoses e consequentemente pode provocar problemas cardíacos, a exemplo insuficiência venosa. Quando não funciona adequadamente pode levar a ocorrência de úlceras venosas, necessitando muitas vezes, nesses casos, de terapia compressiva. . O tríceps sural também é responsável pela postura e equilíbrio, ou seja, assim como outros músculos dos membros inferiores, está em constante contração para dar estabilidade aos joelhos.

Uma publicação compartilhada por ❌ No Caminho da Enfermagem (@nocaminhodaenfermagem) em

[UM POUCO SOBRE...] Conjuntivite neonatal.

A conjuntivite neonatal (CN) é definida como uma conjuntivite purulenta do recém-nascido, no primeiro mês de vida, usualmente contraída durante o seu nascimento, a partir do contato com secreções genitais maternas contaminadas. A epidemiologia desta condição mudou radicalmente com a introdução do método de Credé, em 1881, que consistia na aplicação de uma gota de solução aquosa de nitrato de prata (NP) a 2%, após a limpeza dos olhos. Esse procedimento reduziu dramaticamente a incidência da CN. Posteriormente, a solução de NP a 1% passou a ser o método de Credé, por ser menos irritante que a 2%. A grande maioria dos casos de CN infecciosa é adquirida durante a passagem pelo canal do parto e reflete as infecções sexualmente transmissíveis (IST) presentes na comunidade. Com relação aos agentes microbianos, no Manual DST AIDS do MS de 2006 são reportados como os mais importantes a Neisseria gonorrhoeae (agente etiológico da gonorreia) e a Chlamydia trachomatis (agente etiológico da clamídia). A CN viral é quase exclusivamente herpética, tendo em vista o grande número de agentes que se podem apresentar de forma semelhante, a etiologia da CN não pode ser definida com base apenas na clínica, fazendo-se necessário o uso de métodos laboratoriais. Talvez a justificativa mais importante para a necessidade de identificação do agente etiológico é que, ao contrário da conjuntivite do adulto, a CN implica em maior risco de complicações locais e significativo potencial de complicações sistêmicas, de gravidade dependente do microorganismo, necessitando de pronto tratamento direcionado ao agente específico.

Uma publicação compartilhada por ❌ No Caminho da Enfermagem (@nocaminhodaenfermagem) em

[UM POUCO SOBRE...] Via intradérmica.

👉Está via é indicada, principalmente, para testes de hipersensibilidade e de tuberculose (teste tuberculínico - PPD) e também para administração de anestésicos. 👉A única vacina administrada por via intradérmica é a BCG. 👉O volume estabelecido para administração é de 0,1 ml. 👉Não é recomendada a antissepia com álcool 70%, a fim de evitar interação entre os líquidos. 👉A seringa utilizada deve ser a de 0,3 ou 1 ml. 👉A região a ser utilizada para aplicação tem de ser livre de pelos e pobre em pigmentação, sendo a mais utilizada a face interna do antebraço. 👉O líquido deve ser injetado suavemente, observando-se a formação de uma pápula esbranquiçada.

Uma publicação compartilhada por ❌ No Caminho da Enfermagem (@nocaminhodaenfermagem) em

[UM POUCO SOBRE...] Palpação por puntipressão.